Principais conclusões
- A saída da marina, a procura de vida selvagem em águas profundas, a paragem de mergulho com âncora lançada e o regresso à vela ao longo da baía.
- Como o fundo do mar desce tão abruptamente aqui, está sobre profundidade séria após um curto percurso, em vez de uma hora de navegação.
- A paragem sob o penhasco vem depois da procura de vida selvagem, aproximadamente a dois terços do caminho através das três horas.
- A última etapa é um regresso lento à volta da marina para a vista da cidade, não uma corrida de volta ao lugar de atracação.
Check-in e embarque
Começa num balcão de bilhetes em vez de numa passarela. Faz o check-in no balcão da Atlantic Pearl na Marina Nova do Funchal, no Cais 8, e o barco está atracado a poucos metros. Chegar com tempo de sobra vale a pena, porque a marina é uma marina de trabalho e encontrar o cais certo à primeira leva alguns minutos.
O embarque é feito do pontão para o barco, e uma vez a bordo a tripulação dá uma palestra de segurança antes da partida. Cobre a disposição, onde estão os coletes salva-vidas e como funcionará a paragem de mergulho mais tarde. Este é também o momento para decidir onde se quer sentar, e o conselho honesto é não se comprometer: vai mudar de lugar várias vezes.
Saída da marina para águas profundas
O primeiro troço leva-o para além do quebra-mar, e o caráter do passeio muda quase imediatamente. A marina do Funchal fica numa área de água movimentada com o porto comercial ao lado, e dentro de poucos minutos isso fica para trás e há oceano aberto à frente.
É aqui que a geologia da Madeira lhe faz um favor. Na maioria das costas, o percurso até água suficientemente profunda para animais grandes é longo o suficiente para ser tedioso. Aqui, o fundo do mar desce tão abruptamente que está sobre profundidade séria rapidamente, o que significa que a parte útil do passeio começa cedo, em vez de depois de uma hora de navegação.
A procura, que ocupa a maior parte do tempo
A parte mais longa das três horas é passada a olhar, e vale a pena perceber como isso funciona para não ser uma surpresa. O barco segue ao longo da costa a um ritmo moderado, com a tripulação a observar, e o ritmo é propositado: não se encontram golfinhos a alta velocidade e certamente não se conseguem observar a alta velocidade.
Quando algo é encontrado, o barco abranda e mantém-se a uma distância respeitosa, deixando que os animais decidam o que fazer. Frequentemente, os golfinhos-nariz-de-garrafa decidem aproximar-se da proa, e é nesse momento que toda a gente acaba nas redes do trampolim a vê-los surfar a onda de pressão a uns metros de distância. É desta parte do passeio que quase todas as críticas falam.
3h
Todo o cruzeiro, desde o check-in no balcão de bilhetes até voltar a pisar o pontão na Marina Nova.
Para oeste, até ao Cabo Girão, e a âncora
A cerca de dois terços do percurso, o barco segue para oeste ao longo da costa em direção ao Cabo Girão. Este troço é paisagem e não tempo morto: a costa sul a oeste do Funchal é uma parede de falésias e encostas em socalcos, e vista do mar parece completamente diferente do que parece vista da estrada acima.
No cabo, a âncora desce sob 580 metros de rocha e a escada é lançada pela popa. Seguem-se cerca de meia hora em que as pessoas entram na água clara e profunda, nadam e voltam a subir, enquanto outras ficam no convés com uma bebida a olhar para a falésia. Ninguém é obrigado a nadar e uma boa parte não o faz.
A vela de regresso ao longo da baía
Depois, a âncora sobe e o barco vira para casa, e o troço final é um regresso lento ao longo da costa e à volta da marina. É fácil ler isto como tempo de preenchimento num itinerário, mas não é, porque o Funchal só se revela verdadeiramente como cidade quando se vê tudo de uma vez.
Do mar, a vila lê-se como um anfiteatro: uma bacia de colinas que sobe do porto, com casas a subir todo o caminho e socalcos cortados acima delas. Consegue identificar-se o teleférico em direção ao Monte e o porto de trabalho na ponta leste. Com uma bebida na mão e nada para fazer, são bons vinte minutos.
Como o tempo se divide na prática
Grosso modo, e com a ressalva de que um animal selvagem não cumpre horários: uma saída curta, o bloco mais longo dedicado a procurar e observar, cerca de meia hora ancorados para o banho, e um regresso calmo. Se os golfinhos aparecerem cedo, o bloco de procura encurta e o de observação alonga-se. Se nada aparecer durante algum tempo, o barco continua à procura.
O que fica fixo é a paragem para o banho e o regresso, porque ambos dependem do relógio e não da sorte. É isso que é útil saber ao planear o dia: três horas são três horas, e volta-se ao pontão na hora que o bilhete indica.
Desembarcar e o que vem a seguir
O passeio termina onde começou, na Marina Nova, com um desembarque rápido no pontão. Não há transfer no final tal como não há no início, por isso sai-se a pé para o Funchal e o resto do dia é seu.
Isso é verdadeiramente conveniente, dada a localização da marina. Está à beira-mar no meio da cidade, a curta distância a pé da zona velha, da estação do teleférico e do passeio marítimo. Um cruzeiro de três horas que o deixa no centro da cidade com a tarde ou a noite ainda pela frente é muito mais fácil de encaixar numas férias do que uma excursão de dia inteiro.
